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Archive for Motivação

no ano de 1963

Na época meu pai estava no 5º ano, turma B e era o aluno nº 19. A segunda lição do caderno do dia 14 de Outubro de 1963 tinha como sumário:

“A translation exercize from portuguese into english on the blackboard”

O texto a ser traduzido:

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Título: A honestidade é a melhor política

Vivia uma vez numa aldeia um lavrador pobre mas digno, que tinha de manter a mulher e sete filhos com os rendimentos da sua pequena quinta. um dia quando passeava nos campos, pensando como poderia aumentar o seu pequeno pecúlio (no dicionário: Pecúlio s.m. Dinheiro acumulado por economia, bens,reserva), encontrou uma bolsa contendo grande quantidade de dinheiro que algum transuente tinha deixado cair.

Levou-a para casa e mostrou à sua mulher que o aconselhou a fazer uso do dinheiro ou pelo menos parte dele, ajudando-os assim a sair de dificuldades. O honesto lavrador lembrou à esposa que a honestidade é a melhor política, e recusou-se a gastar uma única moeda de dinheiro até que tivesse feito o possível por descobrir o seu dono.

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honestidade – honesty

política – policy

fazer uso – to use

Aquele abraço,

Nuno

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Um amigo de palavra

Um livro um amigo de palavra
Tive sempre um tic por duas coisas (ok são dois tics):

1. A primeira são as t-shirts, gosto de t-shirts confortáveis que me assentem bem e me deixem
à vontade, não muito largas nem apertadas.

2. O segundo são os livros.

Tive em tempos algumas t-shirts do Instituto Cabo-verdiano do livro que diziam:

“Um livro, um amigo de palavra”

A t-shirt era branca com letras azul com o texto acima citado e foi-me oferecido pelo meu falecido padrasto Adolfo Leite (conhecido por Doffa). Adolfo foi também o “responsável” pelo meu amor pelos livros, pois para além de gostar muito de ler e encher a casa de estantes e livros ofereceu-me também alguns.

Na época preferia os casos de “Perry Mason” e “Aghata Cristies”. Por ser verdade os primeiros livros que comprei com o meu trabalho eram estes. Ajudei numa das feiras do livro do Instituto Cabo-verdiano do livro e a minha paga tinham sido os livros.

Gosto imenso de livros e levo à letra aquele slogan “Um livro um amigo de palavra”, tanto é que vou vos contar duas histórias para entenderem isso.

Hà cerca de 4 anos atrás fui para a Àfrica do Sul fazer várias formações tecnológicas (passei cerca de 22 dias). Erámos 3 colegas nessa missão com base em Johannesburg.

Após o dia de trabalho (entre as 8h e às 16h) tínhamos o hábito de ir para o centro que basicamente é constituído por 3 grandes centros comerciais com vários serviços. Enquanto os meus colegas “aproveitavam” o tempo livre para fazer compras que são baratas aí, eu passava o meu tempo na livraria do shopping.

A livraria era um delírio do género das modernas em que os livros estão à disposição para serem explorados com poltronas confortáveis que acolhem os visitantes e o bar que serve cappuccinos gostosos e com Cesária Evora e Lura como plano musical de fundo.

Lá para as 22h, o horário em que a livraria fechava era tempo de ir para o hotel e não aconteceu um dia que não levava dois ou 3 livros comigo.

Claro está, que apesar de estar aproveitando o meu tempo livre entre os livros tive também tempo para fazer umas comprinhas para as queridas lá de casa.

Facto está, que os vôos da Àfrica do Sul são normalmente via Dakar, aonde tínhamos que fazer escala para apanhar o vôo para Cabo Verde. Um facto normal também é que raramente as bagagens no vôo da South Africa Airways com escala em Dakar para direcção imediata para New York eram descarregadas.

Assim, era normal que as nossas bagagens viajassem entre os Estados e Unidos e a Àfrica do Sul e só chegassem a Cabo Verde duas semanas mais tarde (como veio a acontecer).

Então, não imaginam o meu stress ao chegar em casa somente com a minha bagagem de mão e mochila (carregadas de livros) e um perfume para a “fofa”, pois a mala com cerca de 40 kilos de outros presentes seguiu com a South Africa Airways sem dia de chegada.

Felizmente, após duas semanas a mala chegou sã e salva, mas ficou-me aquele medo de trazer somente os meus livros na bagagem de mão pois esses não podiam mesmo ficar.

A outra história é mais recente é do final de semana passado, quando com amigos comemorávamos um quarentão no cockpit e a um certo ponto a minha mulher que me vê encostado à parede com o telemóvel na mão vem me perguntar se estava cansado e queria ir para casa.

Que nada, estava a ler! Hoje em dia consumo livros não tão somente no formato tradicional de papel como também consumo audío-books e e-books no meu telemóvel.

Por norma não deixo passar nenhum “tempo livre” seja no interlúdio entre as visitas aos clientes na fila de espera no Banco ou até mesmo no cockpit, no meio da barulhada se me der na gana sintonizo com “o amigo de palavra” aí mesmo.

Aquele abraço,

Nuno

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O pastor e a estrela

Pastor Sardo

Fiz umas férias fantásticas na Sardenha alguns anos atrás. Para quem não sabe a ilha da Sardenha tem uma forte cultura pastorícia. Na Sardenha têm muitas ovelhas e cabras e fazem muito queijo bom.

A ilha é linda ainda com natureza intacta (mais na parte Sul) com praias espectaculares do nível da nossa querida Boavista.

Os “Sardos” (os habitantes da Sardenha), são de estatura pequena e com uma grande tradição pastorícia como acima referi, então, acontece com frequência no interior da ilha de encontrar grupos de cabras a atravessarem a estrada no seu ritmo apaziguado e vagaroso com o “pastor sardo” atrás do grupo a guiá-lo com assobios e movimentos de corpo.

O “pastor sardo” tem a responsabilidade de levar as cabras para a pastagem e no final do dia de re-encaminhá-las para casa. O sucesso da empresa é determinada pela capacidade do pastor saber guiar as suas cabrinhas e conseguir ajudar uma ou outra que por acaso se desencaminhe do roteiro.

Os “sardos” são também exímios cavaleiros (pela sua estatura pequena e pouco peso) e muitos deles são grandes estrelas nas corridas de cavalo. Quando correm como cavaleiros o objectivo é ir o mais depressa possível e ultrapassar o resto dos concorrentes.

A diferença entre o “pastor sardo” e a “estrela” é a mesma que existe entre uma boa liderança e uma péssima.

O bom líder tem como objectivo desenvolver as capacidades e competências do grupo e quase por ironia é aquele que está atrás do grupo. Ao bom líder interessa que o o grupo chegue ao destino mesmo se ele tiver que ir mais devagar.

O péssimo líder é aquele que pensa que liderança é ele chegar em primeiro lugar, sem se preaucupar com o grupo. O péssimo líder é do tipo “quando saiu da empresa as coisas deixaram de funcionar”, quer dizer que apesar de todos os anos que ele passou como “líder” não soube ajudar os outros a desenvolverem.

O grande apresentador é como o “pastor sardo” ele pensa somente na plateia, em como ajudá-la a desenvolver-se, no quê está interessada e gosta.

O apresentador medíocre é como a estrela, pensa só num vencedor – ele mesmo – e desinteressa-se por completo da plateia só se interessa por ele mesmo e pelo seu Powerpoint e ego.

Se quiseres ser um grande apresentador e líder começa “pastorar”.

Aquele abraço,
Nuno

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Ferdinand e a Vaca

Babe The Film

Num filme de 2005 chamado “Babe o porquinho” existe um diálogo interessante quando os animais da quinta espreitavam pela janela da cozinha para verem a quem calhou ser o “jantar” de Natal. Calhou à pobre Roseane uma pata muito querida.

Eis o diálogo:

Ferdinand (pato) – Mas porquê a Roseana, ela tem uma natureza tão nobre. Isso é demais até para um pato. Essas coisas são uma dor na alma.

Vaca – É assim a vida temos de aceitar as coisas assim como elas são.

Ferdinand (pato) – As coisas são uma porcaria.

O pato Ferdinand tem um caracter rebelde que não aceita as coisas e discute que não deveriam ser assim ou assado.

A vaca é do genéro resignado com a vida e que aceita as coisas sem fazer nada.

Ambos os carateres, do Ferdinand e da vaca funcionam numa óptica de espiral negativa e fazem lembrar muito as pessoas que querem fazer algo na sua vida mas deixam-se levar pela espiral para baixo.

Pelo contrário devemos ver a realidade no presente e a partir daí explorar as possibilidades, sem nos deixar transportar pelo “Ferdinand” que fecha todas as portas e possibilidades ao focar a sua atenção no “não deveria ser assim”.

Nem deveremos ser como a vaca que aceita resignada o que o mundo lhe dá.

ATENÇÂO que ver a realidade no presente não é o mesmo que aceitar a realidade. Ver a realidade no presente é ver os factos no momento actual e a seguir procurar possibilidades.

Nos anos setenta dois estudantes universitários Americanos foram para a Índia enquanto um deles viu esta realidade num tom chocante e derrotista:

” Milhares de pessoas pela ruas enlameadas todos descalços”, o seu amigo responde-lhe com um brilho nos olhos “vê só o negócio dos sapatos”.

O segundo, regressou para os Estados Unidos de América e fabricou uns sapatos de plásticos (comunalmente ditos chupa cacá em Cabo Verde) e vendeu milhões à Índia. Aquele estudante chamava-se Tom Mackain e é um milionário.

Tudo depende de como vemos a realidade, mesmo se as coisas não estiverem a correr a maravilhas há sempre possibilidades a serem exploradas, mas é preciso ver primeiro o que o presente nos apresenta como realidade e sem sentimentalismos evitando de agir como o Ferdinand ou a vaca, vermos a partir daí que possibilidades temos.

Aquele abraço,

Nuno

PS: não tenho desculpas por este silêncio prolongado da nossa newsletter, espero somente que esteja tudo bem consigo e família

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A noite antes do exame

Italia-Germania 4-3

Na cidade de Bolzano na Itália (fronteira com a Aústria) na zona de Sudtirol a maior parte da população é de madre língua alemã, à volta de 65%. Os outros 35% são Italianos.

Na cidade de Bolzano, os jovens alemães como é normal falam correntemente o alemão ,mas na hora da “boca suja”, mandam “va facunlo(s)” e “testa di cazzo”, pois a língua Italiana se presta a isso também.

A Itália é um País de contrastes, e a cidade de Bolzano é só um exemplo. Imaginem que na Itália subsistem dezenas de diferentes dialectos nas suas regiões chegando ao ponto que localidades que se distanciam de apenas 10 kilómetros não se conseguem entender quando falam entre si.

Tentou-se unir o País com a língua Italiana nesse universo complexo e heterogêneo, com o famoso festival musical de San Remo, mas nem isso conseguiu com o sucesso o que “Il Calcio” consegue.

Amanhã é o clássico Italia-Germania (Itália – Alemanha), uma jogo cheio de emoções, entre os Teutónicos Tedeschi (Alemães) e os criativos e cínicos Italianos (cinícos pois quase sempre quando “La Squadra Azzura” passa para as fases finais de competições é por 1 triz).

Amanhã a Itália se une outra vez à volta da “squadra azzura”, esperemos que todos estejam no final gritando “Viva L’ Italia” como “nella canzone” di Francesco di Gregori:

Viva l’Italia, l’Italia liberata,
l’Italia del valzer, l’Italia del caffè.

L’Italia derubata e colpita al cuore,
viva l’Italia, l’Italia che non muore.

Viva l’Italia, presa a tradimento,
l’Italia assassinata dai giornali e dal cemento,
l’Italia con gli occhi asciutti nella notte scura,
viva l’Italia, l’Italia che non ha paura.

Viva l’Italia, l’Italia che è in mezzo al mare,
l’Italia dimenticata e l’Italia da dimenticare,
l’Italia metà giardino e metà galera,
viva l’Italia, l’Italia tutta intera.

Viva l’Italia, l’Italia che lavora,
l’Italia che si dispera, l’Italia che si innamora,
l’Italia metà dovere e metà fortuna,
viva l’Italia, l’Italia sulla luna.

Viva l’Italia, l’Italia del 12 dicembre,
l’Italia con le bandiere, l’Italia nuda come sempre,
l’Italia con gli occhi aperti nella notte triste,
viva l’Italia, l’Italia che resiste

Aquele abraço,
Nuno

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Houston, Houston we have a problem

meter um homem na lua

Bom dia! Bom dia!

Pergunta: Qual é a visão?
Resposta: “Houston, Houston we have a problem”.

Hoje, vamos ver um pouco a diferença entre a visão, entendida como uma projecção de um desígnio ou vontade e a execução da mesma, isto é, como vamos conseguir alcançar a nossa visão.

Num frase famosa o antigo presidente dos EUA, John Kennedy exprimiu a visão do programa espacial dos norte americanos nos anos sessenta assim:

levar um homem para a lua e trazê-lo de volta dentro de 10 anos “.

Quando John Kennedy disse isso os EUA estavam reagindo ao facto dos seus “inimigos” -os soviéticos – terem apenas lançado um homem no espaço antes deles (isso no contexto da guerra fria que existia na altura e nenhum queria ser segundo em nada).

Mas, para alcançar essa visão, a NASA, o organismo espacial norte americano tinha de fazer um plano de acção. Parte deste plano de certeza continha itens como:

– Construir um novo tipo de combustível que consiga fazer percorrer o foguetão a distância terra-lua ida e volta.

– Construir um foguetão capaz de aguentar a pressão para sair e entrar na órbita da terra.

– Treinar astronautas para o efeito , etc etc

Tudo isso constitui a execução da visão que eles tinham.

Muitas vezes, nos nossos projectos, falhamos pois não dedicamos esforço na elaboração da visão e confundimo-la com a sua execução.

Então, bastas vezes, em planos estratégicos “essa visão” é elaborada como uma série de acções que muitas vezes não conseguem ser “digeridas” por todos, nem mesmo pelos experts que deveriam ser o actores principais nessa execução.

Daí os falhanços, pois não existe uma visão clara condividida e percebida por todos.

No entanto, é importante, sobretudo em grandes projectos que todos percebam aonde se quer ir, como forma de garantir engajamento de todos e que as pessoas percebam quando estejam a executar tarefas para que fim irão servir.

Mas como se deve elaborar uma visão?

A visão deverá ser simples (de fácil compreensão), concreta, inspiradora e inesperada.

Vejamos a frase de Kennedy:

” levar um homem para a lua e trazê-lo de volta dentro de 10 anos “.

Esta frase é simples, concreta pois em vez de usar frases ocas como por exemplo “Promover a inovação espacial” ou ” Desenvolver as competências dos stackholders”, ele usa algo de muito concreto – levar um homem para a lua – seja o homem, seja a lua, são coisas concretas que qualquer um pode “mastigar”.

A visão é inspiradora e desafiante pois até aquela época nínguem tinha sonhado sequer meter um homem na lua e também inesperada seja na sua forma seja no seu desígnio.

Investir na “visão” do teu projecto é fundamental, e essa visão poderá não ter ainda um plano de acção concreto de como irás lá chegar. O que quero dizer é que não é importante veres tudo aquilo que precisas fazer para conseguir alcançar a tua visão agora, mas se ela for forte verás
que como por magia começarão a aparecer as formas para a concretizar (o plano de acção).

Foi assim que aconteceu com JFK. Sem a elaboração daquela visão hoje não teríamos aqueles filmes da NASA com o astronauta no espaço chamando “Houston, Houston we have a problem”.

Aquele abraço,
Nuno

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O Yogi e o capataz

Management and Machiavelli

“if you wanna make the world a better place take a look at yourself and make a change”

\Michael Jackson\

No livro Management and Machiavelli de Anthony Jay ele dedica um capítulo ao que ele chama:

O Yogi e o Comissário referindo-se a dois tipos distintos de pessoas que se costumam encontrar nas empresas e outras organizações.

O Yogi é aquele tipo contemplativo, inventivo e que gosta de experimentar e criar coisas novas. O comissário por seu lado é como o capataz é aquele que gosta de meter as coisas a andar (uma vez que foram criadas pelo Yogi) que segue e faz seguir os procedimentos e processos.

Ao Yogi costuma-se associar a imagem do rebelde, inconformado do tipo que não se importa como se veste, com cabelos compridos, enquanto a imagem que temos do capataz é de alguém com pouco imaginação e só sabe fazer o que lhe foi dito.

Essas imagens não são necessariamente correctas pois, conhecem de certeza alguém muito inovador e criativo mas que tem uma imagem clássica (calças de pano e camisas a riscas).

Conheço também verdadeiros capatazes muito na moda e com ar pessoa ligeira mas que no seu trabalho são super focalizados e precisos.

Ambos os tipos são necessários e indispensáveis e cada um de nós tem uma tendência para ser mais Yogi ou mais Capataz. Existem alguns indivíduos excepcionais que conseguem ser ambos, isto é, têm uma capacidade criadora excelente e conseguem meter as coisas em ordem para fazer o trabalho
rotineiro que é necessário para levar as coisas avante.

Às vezes nas nossas actividades profissionais nem sempre temos oportunidade de expressar o nosso ser Yogi ou Capataz e aquilo que vemos são pessoas a dedicarem-se a hobbies e actividades extra profissionais aonde podem exprimir-se com maior liberdade.

Os hobbies ajudam mas podem não ser suficientes para vivermos plenamente o nosso ser na nossa vida profissional (que é aquela que mais tempo nos consome) e deprimimos ou nos empenhamos no básico só para garantir o nosso emprego.

Ok, é neste ponto que vem a moral da história:

Todos nós nascemos com uma luz dentro que se deixarmos brilhar nos faz felizes e viver plenamente o nosso ser, se por uma razão ou outra não nos sentimos felizes no nosso trabalho só podemos fazer uma coisa:

“Make a Change” (vou usar o termo em Inglês para não vos meter a correr com essa “palavrona” que tanto medo provoca.

Bom weekend,
Nuno

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Alla grande

Isaiah Thomas- Detroit Pistons

No outro dia num aniversário alguém me perguntou como é que andavam os playoffs do basket norte-americano e lembrei-me em tempos que já lá vão quando havia uma grande concorrência entre os Chigago Bulls de Michael Jordan, Scottie Pippen com os New York Nicks de Patrick Ewing.

Na época (final anos oitenta início anos noventa) não havia TV cabo mas alguns tinham em casa TV a satélite como o Vitocas. Aí às tantas da madrugada a malta ia “chatear” a família
Vitocas para jogos que começavam às 2h30 da manhã terminando pelaas 4h.

Num desses jogos tipo meias finais Jordan estava com uma febre de 42 graus na noite anterior e mal lhe se viam os olhos de tanto vermelhos que estavam, mas, ele subiu na cátedra e cilindrou os Knicks.

Aquela noite me marcou pois Jordan estava debilitado fisicamente mas a confiança em si mesmo era tanta que nem a febre que mandaria qualquer um “ao tapete” lhe parava.

Foi uma grande lição para mim esse jogo. Não deixei de torcer pelos meus New York Knicks mas aprendi a respeitar ainda mais o Jordan.

Os grandes obstáculos da nossa vida na verdade são grandes oportunidades de victória.

Lembro-me também de um outro jogo (dos Detroit Pistons) em que o atleta Isiah Thomas, um dos mais pequenos da NBA estava magoado e a cochear conseguiu bater o record da NBA de maior nº de pontos em menos tempo ao fazer 16 pontos em 2,5 minutos finais de jogo.

Quando Isiah Thomas sofreu uma pancada no jogo parecia tudo perdido, mas naquela grande dificuldade ele acreditou e conseguiu dar à volta ao resultado ganhando o jogo nos últimos segundos.

Qualquer que seja a dificuldade ou obstáculo que a vida te apresente agora, não desistas. Acredita que irás supera-la (o) “alla grande”.

Aquele abraço,

Nuno

ps: “alla grande” é uma expressão Italiana que podemos traduzir “em grande”

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O poder da Xuxa

A Xuxa para mim era uma personagem para os miúdos e ao fazer o zapping dos canais a minha intenção era achar algum programa para as meninas (minhas filhotas) e quando dei de caras com o TV Xuxa disse a mim mesmo “isso pode ser interessante para elas”.

Acabou por ser mais interessante para mim pois elas continuarão na sua “bagunça” domingueira enquanto segui o programa.

Mas qual é o poder da Xuxa?

Numa palavra o poder da Xuxa é: OBRIGADO.

A Xuxa dirá pelo menos 3 vezes por minuto OBRIGADO a alguém no seu programa, abraçando com sentimento enquanto diz OBRIGADO. Na verdade os hóspedes do programa dela é que deveriam estar a agradecer-lhe por lhes dar oportunidade de se promoverem (artistas, actores …), mas é ela quem agradece.

A maneira de ser dela me lembrou o que muitos autores que falam sobre desenvolvimento pessoal e motivação pessoal aconselham: exprimir GRATIDÃO.

O que esses autores aconselham (Napoleon Hill e seguidores) é que não poderemos nos elevar na carreira, ganhar mais dinheiro, ter um carro novo, ter um relacionamento amoroso satisfatório sem primeiro aprendermos a apreciar o que temos no presente.

Eu tento ao menos duas vezes ao dia reservar um tempo para exprimir gratidão pelo que tenho, quando vou me deitar e quando me levanto da cama. O dia pode ter sido de cão, mas se reflectir bem vou sempre encontrar coisas pelo qual devo exprimir gratidão (minha mulher, minhas filhas, meu trabalho, minha família …).

Para além de exprimir gratidão pelo que tenho no momento costumo também exprimir gratidão antecipada (agradeço o cliente que ainda não tenho, agradeço pelo almoço do próximo final de semana em família, agradeço pela oportunidade no trabalho que quero no futuro, etc…).

Mas, o que vim a descobrir é o poder que a gratidão tem sobre as coisas negativas que nos acontecem na vida quotidianamente.

Existe um poder extraórdinario no dizer OBRIGADO pelas coisas negativas como quando deparamos com alguém que nos chateia,ou está a criar-nos empeçilhos no trabalho ou impedimentos nos nossos projectos.

Conseguimos inverter completamente o mal estar, o medo ou a raiva que nos persegue nessas situações numa só palavra: OBRIGADO.

Parece sem sentido mas só provando para crer, se tiveres algo (ou alguém) que te esteja a incomodar, a azucrinar ou a fazer mal a melhor forma de lidar com isso é exprimir no teu intímo: “OBRIGADO por isso, OBRIGADO por aquilo, OBRIGADO pelo fulano,sicrano …”. Esse simples acto vai fazer desaparecer esses sentimentos negativos e como por magia as coisas irão se resolver.

E verão por vós mesmos o poder da Xuxa.

OBRIGADO pelo final de semana fantástico que vos espera.

Nuno

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Big Rocks

Big Rocks

Já vimos antes nesta newsletter (http://www.mobilecv.net/news) sobre a história de um professor que com um jarro na mão desafiou a classe metendo ali dentro umas pedras grandes até o bordo e perguntou:

– O Jarro está cheio?

Sim, respondeu a turma. Então ele apanhou feijões e deitou dentro do jarro e refez a pergunta:

– O jarro está cheio?

Agora sim, respondeu a turma. Ele apanhou um saco de areia fina e deitou dentro fazendo a mesma pergunta:

– O jarro está cheio?

Cheio que não pode levar mais nada disse a classe. Mais uma vez o professor os surpreendeu e meteu água dentro.

Agora sim o jarro estava completamente cheio. Mas, se o professor tivesse enchido à primeira o jarro de areia e água não poderia ter lá metido as pedras grandes.

A moral desta história é que devemos dar atenção às coisas IMPORTANTES primeiro, senão serão encobertas por coisinhas.

Isto é válido na nossa vida pessoal e familiar, profissional e também nas nossas apresentações.

Os BIG ROCKS (pedras grandes) e que são verdadeiramente IMPORTANTES nas apresentações é focalizar a nossa atenção na nossa plateia, dedicarmos tempo e energia para descobrir qual a nossa mensagem fundamental ( se tivéssemos uma coisa só a dizer à plateia qual seria) e reservarmos tempo e espaço para praticarmos.

Usar Powerpoint, ou procurar qual a animação vou usar neste slide ou neste outro, que tipo de clip art vou usar no Powerpoint qual modelo de Powerpoint, quantos pontos vou meter em cada slide são tudo COISINHAS, que devem ser tratadas depois dos “BIG ROCKS” sob pena de falhares por não procurares espaço para as coisas verdadeiramente IMPORTANTES para o teu sucesso.

Tenham uma semana com muito foco nos “BIG ROCKS” das vossas vidas.

Nuno

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