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Era uma vez Ichimonji

Hoje dei de caras com um artigo num blog que falava sobre o realizador Japonês Akira Kurosawa. De imediato veio-me à mente um dos seus filmes que muito me marcou chamado “RAN”.

Literalmente na língua japonesa RAN está a significar “revolta”, “rebelião”, “confusão” ou “distúrbio”. O filme RAN conta o declínio de um clã que foi muito poderoso na idade média japonesa – Clã Ichimonji.

A história do filme começa quando o patriarca do clã decide repartir o controlo do seu reino pelos três filhos: Taro, Jiro e Saburo. Taro, o mais velho, recebeu o prestigioso Primeiro Castelo e foi consagrado líder do Clã Ichimonji, enquanto que ao  Jiro e ao Saburo foram dados os Segundo e Terceiro Castelos.

Hidetora que era o Patriarca, “pensou” que ele continuaria a ser O Grande Lorde, usufruindo de todas as regalias (riqueza, concubinas …) enquanto que os filhos Jiro e Saburo deveriam ajudar o Taro a governar. Para sustentar a sua decisão Hidetora contou uma parábola que continha essa lição dizendo: “três paus são mais difíceis de quebrar do que um”.

De seguida, Saburo tirou-lhe das mãos os três paus e quebrou-os batendo no seu joelho dizendo que a lição era estúpida e que o pai estava doido se pensava poder contar que os filhos lhe iriam ser leais.

O filme, uma maravilha em termos visuais prossegue mostrando o caos que se instalou no clã com intrigas, traições, mentiras e os filhos a tirarem tudo ao pai, sua guarda pessoal, suas concubinas, tudo, absolutamente tudo deixando-o a deambular como louco nas ruínas daquilo que foi um castelo.
E, através de lutas sanguinárias de poder entre si, os filhos acabam por se assassinarem uns aos outros destruindo completamente o que antes foi o poderoso Clã Ichimonji.

Era uma vez o Clã Ichimonji.

Nuno Levy

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